Bem, acredito que a partir de agora os posts serão mais espaçados. Hoje completa quase uma semana sem nenhuma atualização, pois o motivo da minha viagem, o curso de francês, começou. Comecemos então por ele. Ah, antes que eu me esqueça, eu descobri esses dias, que, clicando nas fotos do blog, elas são transferidas para outra página e ficam maiores, se interessar à alguém... Mas enfim...
Vim para a França, fazer um curso intensivo de um mês na escola Paris Langues, a mesma que eu estudei ano passado, pelo mesmo tempo. Do ano passado pra esse, pude perceber que a ela cresceu (de qualidade, não de tamanho) e que ficou mais organizada. As críticas dos alunos anteriores (inclusive as minhas) foram de grande utilidade. Na segunda-feira, ao invés de uma entrevista xexelenta em um auditório, com todos os alunos, que não media conhecimento de ninguém, fomos submetidos a duas provas: uma escrita, e uma oral. Na hora da minha entrevista, a professora que corrigiu a minha prova de gramática, disse que eu tinha ido bem, mas não sei por que cargas d’água, ela me colocou em uma turma de nível B1 (lembrando que o curso de francês regular é dividido em quatro partes, da menor para a maior: A1, A2, B1, B2. Também existem os níveis C1 e C2, que são considerados avançados. A formação básica é até o B2). Aqui, no momento, existem 12 turmas, que mesmo sendo do mesmo nível, os alunos são divididos em mais fortes, ou mais fracos, para aquele nível. Por exemplo, de A1, existe: A1, A1+, A1+ fort. Eu fui colocada em uma turma B1+. O meu primeiro dia de aula foi uma merda, pra variar. Achei que fiquei em uma turma muito fraca e o pessoal era muito morto. Queria morrer, quando vi que as pessoas da minha sala não conseguiam se comunicar direito, e os tipos de exercícios que dávamos eram óbvios demais pra mim. E eu fiquei meio sem graça de pedir pra mudar, logo de cara, porque achei que seria arrogância dizer que eu me achava em um nível mais avançado, que as outras pessoas. Por sorte, nesse mesmo dia, tivemos uma reunião com o diretor, Henri, que explicou tudo da escola, os passeios, etc, e disse que quem achou ter ficado em uma turma muito forte ou muito fraca poderia pedir pra trocar. Ô glória! Nessa mesma reunião, conheci umas espanholas muito simpáticas. Uma delas, falava tão bem, que eu tropeçava no francês pra poder acompanhar ela. Mas eu adorei logo de cara, porque teria gente de nível bom pra treinar e gente solta. Então, no dia seguinte, eu não perdi tempo. Quando eu tava olhando no mural o nível que eu tinha caído, o diretor dava do meu lado e me perguntou se eu queria alguma coisa. Eu disse: “Sim, eu quero mudar de turma. Só... Que... Eu não sei se devo assistir mais uma aula...” (falei meio balbuciando). E ele me respondeu: “Perfeitamente. Não, mudamos agora. Você achou muito fraca, ou muito forte?”; “Muito fraca”. Então ele me pulou DUAS turmas. Aí eu pensei: “Fudeu! Por que esse cara não me colocou na do meio? Por que ele pulou duas?” Em cinco minutos de aula, eu relaxei e vi que estava na turma certa. O pessoal tem uma gramática um pouco melhor que a minha, mas tem dificuldade na pronúncia. Aqui na Europa, as pessoas aprendem francês na escola, desde muito novos. Então, o que eu aprendi em um ano, eles aprenderam em 10. É óbvio que pra eles, vai ser mais claro. Mas enfim... Gostei de ter mudado. Fiz um ótimo negócio. Quanto à professora, Magali, achei um pouco antipática no começo, mas depois eu vi que ela era gente boa. Em relação às nacionalidades, número um, disparado, são os espanhóis. Eles dominaram o pedaço. Em segundo lugar, não sei se são os brasileiros, ou os russos. Essa semana (sim, porque as pessoas chegam e partem e tempos diferentes), tivemos um cardápio de: inglês, turco, coreano, chileno, alemão, irlandês, italiano, australiano, colombiano, grego... E outros que não cruzaram o meu caminho. Das histórias “interessantes”, tem uma menina aqui no curso, uma das russas, que é cantora de ópera. Ela é do Conservatório de Moscou, olha que demais! Numa das aulas do Atelier Écrit, a aula de tarde, para melhorar a escrita, que também tem conversação, cada pessoa contou das atualidades do seu país. Foi legal, ver o francês falando do Sarkozy, do DSK (Dominique Strauss Kahn), a italiana falando do Berlusconi, o coreano falando que a Coréia do Sul foi escolhida para sediar as Olimpíadas de inverno de 2016 (da série, notícias que não interessam a ninguém), espanhóis falando da crise, etc. Ah, fora da sala de aula, eu escuto em espanhol, ou em inglês, respondo em francês, ou em português, que tem hora que a cabeça dá um nó, que eu falo as quatro línguas ao mesmo tempo. Tem gente que sabe mais, outros que sabem menos, mas no corredor o pessoal interage e acaba se entendendo. Já rolou o papo “futebol” e ainda tive que escutar gracinhas sobre a eliminação do Brasil na Copa América, e o pior que não podia nem responder, já que estava falando com o atual campeão do mundo. Das histórias de “vontade de vomitar”, até agora só teve uma. Um mexicano, de personalidade duvidosa lançou essa semana uma assim: “Porque país que é governado por mulher não pode dar certo. Política é lugar de homem”, e logo depois “no México, ou você tem dinheiro, ou não tem. E no meu caso , eu tenho bastante”. Já viu né? Das histórias de “coincidência ou praga”, não bastassem três cariocas, em meio aos quinhentos pernambucanos, brasilienses e mineiros, as três são de NITERÓI. Não é possível! Na próxima viagem onde eu terei que me esconder? Por último, das histórias de “momentos engraçados”, hoje eu morri de rir na sala. Estávamos no meio de um jogo, chamado Tabou, que cada aluno deve pegar uma carta, com uma palavra, pra os outros adivinharem o que é. Não se pode fazer mímica, nem usar algumas palavras, que estão anotadas no cartão. É um exercício pra treinar vocabulário. Na vez da russa, ela pegou um cartão, com a palavra “cliente”. Então, ela disse “quando vamos ao shopping e fazemos compras, nós somos...”, a sala, composta somente por mulheres, respondeu em uníssono: “FELIZES”. AHAHAHAH!! Depois dessa, até a professora riu.
Tirando a escola, a vida de promenades, de passeios, ficou mais apertada. Ainda assim, a semana foi produtiva. Na segunda, peguei o metro, linha 6, e desci na estação de Passi, para ir à Maison de Balzac. Infelizmente, estava fechada, então eu aproveitei para passear. Estava no 16ème arrondisement, a zona dos ricaços. Sem um papelzinho no chão, fiquei maravilhada com os apartamentos, a região... Só madame na rua, todas as lojas muito caras e só carrão. BMW, Mercedes, Alfa Romeo, Porsche, Audi, tudo com bancão de couro.
Tirando a escola, a vida de promenades, de passeios, ficou mais apertada. Ainda assim, a semana foi produtiva. Na segunda, peguei o metro, linha 6, e desci na estação de Passi, para ir à Maison de Balzac. Infelizmente, estava fechada, então eu aproveitei para passear. Estava no 16ème arrondisement, a zona dos ricaços. Sem um papelzinho no chão, fiquei maravilhada com os apartamentos, a região... Só madame na rua, todas as lojas muito caras e só carrão. BMW, Mercedes, Alfa Romeo, Porsche, Audi, tudo com bancão de couro.
De lá, fui andando até a Torre Eiffel. Fui turistando ao máximo. Parecia que tinha chegado em Paris ontem, pela primeira vez. Tirando foto, olhando lojinha e tal... Parei, então, numa barraquinha de comida, ao lado do Carrossel, para comprar um lanche. Olha que ousadia, um dos vendedores, que era negão, perguntou se eu não gostava de negão. AHAHHAHAAH Eu respondi que sim, uai! Ainda falei, “Cara, eu venho do Brasil, como que eu não vou gostar de negão?” Não sei o que foi pior, ele de perguntar, ou eu de responder.
Depois eu sentei no gramado da Champs de Mars, para descansar, apreciar a vista, saborear um crèpe de nutela, de €4,20, até que vieram alguns caras esquisitos. Um deles, queria me embebedar de qualquer jeito. Passou pela primeira vez vendendo bebida, eu disse que não queria. Depois a segunda, terceira, quarta... Na quinta vez ele queria me dar de graça. Eu falei que não, ele insistiu. Não entendi porque. Depois, passou um cara, com as mãos nos bolsos, me perguntando se eu queria alguma coisa. Para bom entendedor, meia palavra ba. Ainda teve o cara que eu vi na Châtelet, vendendo entorpecentes em plena luz do dia, sem contar das três meninas fumando um back, em frente às Galeries Lafayette... É, Paris está muito moderna.
Da torre, eu segui andando até Montparnasse. É, eu andei MUITO! Depois, eu encontrei com a Valéria, prima dos meus irmãos, em Saint Germain-des-Prés, que está morando aqui em Paris. Fomos a um bar na 14, rue Jacob, chamado Zero de Condute, conhecido pelos seus famosos beberons. É um bar com decoração infantil, em que as bebidas são servidas em mamadeiras. Cada drink tem o nome de um personagem de desenho e o pedido é feito através de um desenho desse personagem, na prancheta que eles dão. O primeiro drink custa €12 e os outros saem por €8. É bastante engraçado e ridículo!
Da torre, eu segui andando até Montparnasse. É, eu andei MUITO! Depois, eu encontrei com a Valéria, prima dos meus irmãos, em Saint Germain-des-Prés, que está morando aqui em Paris. Fomos a um bar na 14, rue Jacob, chamado Zero de Condute, conhecido pelos seus famosos beberons. É um bar com decoração infantil, em que as bebidas são servidas em mamadeiras. Cada drink tem o nome de um personagem de desenho e o pedido é feito através de um desenho desse personagem, na prancheta que eles dão. O primeiro drink custa €12 e os outros saem por €8. É bastante engraçado e ridículo!
Na terça, descobri que certos sinais que pra mim eram óbvios não são universais. No Brasil, quando abrimos e fechamos as mãos com as pontas dos dedos, fazemos referência a “muito”. Alguém pergunta: “aí tá cheio?”, aí você responde com o sinal e fala: “demais.” Aqui, esse mesmo sinal, quer dizer ter medo. Esquisito. Tem mais, o nosso ok, mão fechada com o polegar pra cima, o famoso CURTIR do facebook, não significa nada. Então, todas as vezes que alguém para o carro, para eu atravessar, eu tenho que brigar com o meu instinto de não levantar a mão, e fazer um sinal de “ok. Valeu!” para agradecer. Ainda não me acostumei. De tarde fui passear no 1ème e 2ème, perto das estações de Bonne Nouvelle, Richelieu Druot, Grands Boulevards, linhas 8 e 9. É uma região boa para as compras. Muitas lojas, tanto as muito baratas, quanto as de marca. Ainda mais porque está tudo em soldies, rebajas, sale, promoção. As Galeries Lafayette estavam lotadas pelas mulheres ensandecidas, sedentas por bolsas, sapatos, roupas, maquiagem e acessórios da Chanel, Lâncome, Georgio Armani, Christian Dior, Michael Kors, Lacoste, Yves Saint Laurent, Louis Vuitton e outras com promoções de até 50%. Acho que tinha coisa com até 70%, mas não tenho certeza. Até pensei seriamente em me casar com um árabe cheio dos milhões. O dinheiro do petróleo vem todo pra Paris. Eu nunca vi tanto árabe na minha vida. E as esposas vem junto gastar! É perfume, maquiagem, bolsa, sapato... A propósito, não se fazem mais árabes como antigamente. Onde já se viu, piercing no nariz, batom rosa choque, salto alto, pé de fora e um velzinho pra não mostrar o cabelo. É brincadeira, hein?! De noite, encontrei com uma amiga, que conheci ano passado, Mariko, japonesa. Fomos à um bar/restaurante lanchar, tomar uma cerveja, colocar o papo em dia...
Na quarta, fui a um programa imperdível. Para os falantes de francês, inglês, italiano, ou alemão, amantes de cinema, ou não, quando vierem à Paris, devem colocá-lo na listinha. Fui com o pessoal da escola ao Cinema Rex Club, um dos primeiros de Paris, que fica em frente à estação de Bonne Nouvelle, nas linhas 8 e 9. Não fomos lá para assistir filme, mas, sim, para fazer um tour, pelo mesmo, conhecendo a sua história, o processo de criação dos filmes, dos efeitos especiais, do som, da imagem. FANTÁSTICO! O guia é virtual, por isso, quando não se entende alguma coisa, é preciso seguir, já que não se pode perguntar: “ahn, o que você disse?”. Ficamos parados em uma fila, até que uma caixa de som é ligada, ilumina-se uma porta, e nós seguimos. Nesse esquema de abrir e fechar de portas, entramos em diferentes salas, corredores, elevadores, que interagem com o público. Os celulares precisam estar desligados, já que usamos um colar, com alguma coisa com magnetismo, para os efeitos nos atingirem. A primeira sala é a da torre. Em cima do cinema tem uma torre alta, mas como não é possível ir até lá “a torre vem até você”. Assim como a torre, a sala é circular, e nas paredes são projetadas imagens, como se tivéssemos lá em cima. Primeiro eles mostram o que é possível ver da torre, depois, como era Paris, na época em que o cinema foi construído, com o passar do tempo e as suas modificações até os dias de hoje. Naturalmente, não se pode tirar foto. Vamos para a sala do diretor, vemos os aparelhos em que os filmes são projetados, as câmeras em que a luz passa e é transmitida para a tela. Assim com passamos por corredores em movimento, parece que estamos caindo. Tem lugares que são escuros, que temos que usar os outros sentidos para percebê-lo, como um chão todo de espuma. É muito doido! A parte mais legal, começa do meio pro final, que é quando interagimos de verdade. A “voz” manda nós irmos numa determinada direção, para sentirmos como é a gravação de uma cena em um barco. Então, do nada, o chão começa a tremer, liga um ventilador, que sopra vento na nossa cara e espirra água. É engraçadíssimo. Até então, não sabíamos que estávamos sendo filmados. Somente descobrimos, depois, de passar por uma sala, que aprendemos que o som da gravação não é usado junto com o som da imagem. As pessoas gravam a imagem, falando, mas depois tem que repetir as falas em um estúdio. Então, é a vez de cada um chegar no microfone e falar “je vous aime” com a imagem de um personagem qualquer. Mais uma vez, estamos sendo gravados. Seguimos um caminho, subindo uma escada, para ir até a sala do cinema, continuamos sendo gravados, sem saber, e nos sentamos nas poltronas ultraconfortáveis para assistir a um filme, que não sabíamos ser os protagonistas. Antes dele começar, a apresentadora do filme é uma personagem de desenho, e então aparece o rosto de cada um falando “je vous aime”. E ela o tempo inteiro “obrigada”, “não há de que”, “assim vocês me deixam tímida”... Eis que o filme começa. Aparece um barco chacoalhando em um mar furioso. Quando a câmera se aproxima, nós estamos dentro do barco! E é perfeito. Porque quando vem a onda, todo mundo coloca a mão no rosto (foi a hora em que espirrou água). Os cabelos voando, que engraçado! A única coisa que não tem nada a ver, é que a cara das pessoas, ao invés de ser desesperada, por estar no meio do mar, está dando gargalhadas. No final, tem uma premiação de óscar. E todos nós fomos receber o prêmio. A cena de nós entrando no palco, é a gravação de nós subindo as escadas pro cinema. Genial! O passeio custa €9,30 e €8 para estudantes. Vale a pena!
Na quinta-feira, eu fui ao Musée Carnavalet, que conta a história de Paris. Ele fica no Marais, próximo à Place de Vosges. É um passeio imperdível. Como eu cheguei tarde, só deu tempo de ver o primeiro andar, terei que voltar para ver o segundo, que é o mais importante, a parte da Revolução Francesa. Ainda bem que ele é de graça, então não me matei de ódio, dele fechar, sem eu conseguir terminar de ver tudo. Do que eu vi, adorei ver as miniaturas da cidade. Tem umas maquetes dos mesmos lugares, com o passar do tempo. No começo do século XX, a cidade toda em ruelas estreitas, imagina a proliferação de doenças! Também tem do Hotel de Ville, da Ópera, vitrais perdidos de igrejas do século XV, um relógio de pêndulo, da época de Louis XV, que AINDA funciona. As salas da época da monarquia me lembraram o Château de Versailles, com os quadros da aristocracia, nas paredes, de cardeais, todos com cara de pilantra. Quadros de carnaval, esculturas dos personagens da comédia italiana, como o Arlequin, Pierrot, quadros de autores desconhecidos... Muito legal! Depois fui andando em diração à boulevard, que eu não sei o nome, onde fica a estação de Chemin Vert. Passei em uma padaria, quando senti o cheiro do pão quentinho, comprei uma baguette recheada, um palmier gigante e saí andando. Como queria sentar pra comer, parei no ponto de ônibus, me instalei, fiquei olhando a rua toda arborizada, comendo com o maior prazer. Até que chega um mendigo, senta do meu lado, querendo conversar. Eu to podendo? Ele começou perguntando a hora... Porra, pra que um mendigo que saber a hora? Se eu fosse mendiga, a última coisa que eu gostaria de saber era da hora. Depois ele começou a feder muito e eu tive que sair de perto. Imaginem só, mendigos já fedem, mendigos franceses fedem mais ainda! Andei até a Bastille, pra pegar um metrô, mas a estação estava fechada, então fui pro ponto de ônibus. Olha que chique, nos pontos de ônibus eles avisam em quanto tempo vai chegar cada ônibus que passa por lá. E é certinho. Fiquei lembrando de que todo sábado, quando vou pro ponto, pegar o Castelo, pra ir pro samba, que é sempre uma incógnita, peço à todos os santos e orixás, mas o mesmo nunca chega. Que atraso!
Sexta feira, pela primeira vez eu comi no bandejão da escola com prazer. Ao lado do bandejão propriamente dito, tem uma “comida do chef”, que costuma ser melhor. Não como lá todos os dias, porque tem dias que tem coisa que eu não gosto. Mas ontem, tinha um risoto de frango, ao molho de cogumelos, com cebola, cenoura, que estava divino. Comi de lamber os beiços. De tarde, eu descansei, para sair de noite. Fui no Quartier Latin só comer um kebab, desta vez, com outro visual. Depois de comprar, saí, como sempre, roubando as batatas com a boca e dando bicadas no pão árabe. Passei por cima de uma das pontes e desci as escadas em direção ao rio Sena. Sentei na mureta e fiquei no quentinho do sol de fim de tarde, vendo os barcos cheios de turista passando, tirando foto sem parar e me deliciando com aquele manjar dos deuses... Gente, com kebab aqui, não dá nem pra lembrar de feijão.
Quando voltei pro FIAP, descobri que o pessoal não ia sair mais, porque hoje eles acordariam cedo para ir à Versailles, então eu fiquei no bar daqui mesmo, conversando com uns espanhóis, tomando uma cerveja... Assim foi a minha sexta-feira. Calma, mas agradável.
Ah, esqueci de contar o principal! Eu estou me sentindo tão em casa, tão local, que nem parece que eu estou viajando. A impressão que eu tenho, é que vou encontrar com minha mãe em cinco minutos, dar um role com alguma amiga de noite... Até comecei a pensar na possibilidade de fazer um semestre da faculdade aqui. Quem sabe?
Em breve, mais novidades.
Já estou começando a sofrer de já estar aqui há 10 dias. Pode começar tudo de novo?
Sexta feira, pela primeira vez eu comi no bandejão da escola com prazer. Ao lado do bandejão propriamente dito, tem uma “comida do chef”, que costuma ser melhor. Não como lá todos os dias, porque tem dias que tem coisa que eu não gosto. Mas ontem, tinha um risoto de frango, ao molho de cogumelos, com cebola, cenoura, que estava divino. Comi de lamber os beiços. De tarde, eu descansei, para sair de noite. Fui no Quartier Latin só comer um kebab, desta vez, com outro visual. Depois de comprar, saí, como sempre, roubando as batatas com a boca e dando bicadas no pão árabe. Passei por cima de uma das pontes e desci as escadas em direção ao rio Sena. Sentei na mureta e fiquei no quentinho do sol de fim de tarde, vendo os barcos cheios de turista passando, tirando foto sem parar e me deliciando com aquele manjar dos deuses... Gente, com kebab aqui, não dá nem pra lembrar de feijão.
Quando voltei pro FIAP, descobri que o pessoal não ia sair mais, porque hoje eles acordariam cedo para ir à Versailles, então eu fiquei no bar daqui mesmo, conversando com uns espanhóis, tomando uma cerveja... Assim foi a minha sexta-feira. Calma, mas agradável.
Ah, esqueci de contar o principal! Eu estou me sentindo tão em casa, tão local, que nem parece que eu estou viajando. A impressão que eu tenho, é que vou encontrar com minha mãe em cinco minutos, dar um role com alguma amiga de noite... Até comecei a pensar na possibilidade de fazer um semestre da faculdade aqui. Quem sabe?
Em breve, mais novidades.
Já estou começando a sofrer de já estar aqui há 10 dias. Pode começar tudo de novo?
Gros Bises!
Nossa esse post pra mim foi o melhor até agora! Adoreeeeei, morri de rir com a historia do mendigo, até contei pra minha mãe hahaha
ResponderExcluirE o cinema deve ser um encanto né? Quero conhecer! Você ganho o video que fizeram de vocês? Queria ver!
Eu não acredito que eu não fui nessa galeria com Mariana, preciso voltar logo pra visitar hahaha
E nada de passar um semestre da faculdade ai não.. 1 mês já tá bom! hahahaha é ótimo saber que você ta cada vez mais adaptada, uma francesinha nata!
Muitaaaas saudades já! bisous ami
OI meu amore. Amando tudo, rindo muito também e contando as peripécias para os amigos. Beijos e muitos beijos.
ResponderExcluiroi
ResponderExcluirCissa, terceira vez q tento postar um comentário além de um oi maluco!
ResponderExcluirTeste!
Bom, agora q me saí bem no teste! Vamos aos comentários q eu pensei q tivessem sido publicados e não foram!
ResponderExcluir1) Adoro o Quartier Latin e recomendo às sextas à noitinha;
2) Não deixe de ir ao Museu D'Orsay. Se já foi, vá de novo. É o museu dos impressionistas. Funciona numa antiga estação de trem e é muito charmoso. Alguns ambientes têm pouquíssima luz para não alterar as telas. Vale a pena.
3) Procure os restaurentes q oferecem peixes frescos. Vc escolhe, por exemplo, uma posta de salmão e eles preparam na hora do jeito que vc quiser. Não é caro.
4) As feiras de antiguidades com pintores, músicos, e muuuuitas roupas com preços bons são uma boa pedida, pois vc conhece um pouco mais dos "locais" e há vários cafés entre as barraquinhas. Vc encontra gente até do outro planeta!!! :)!E não tem só antiguidades, há artistas de todo tipo! Muito bom!
5) Nunca vi tantas fotos de comida num blog... quanta sacanagem! :)!
6)E o que é aquele lanchinho à beira do Senna?
Cissa, continue aproveitando, aprendendo, conhecendo muita gente e contando suas peripécias e, principalmente, as pilantragens!!!!
Bjo e bjo!
Deca!
legal :)
ResponderExcluir